NAPISA
Núcleo de Arquitectura Paisagista do Instituto Superior de Agronomia
Lisboa, 30 de Março de 2012
Regulamento
Concurso Fotografia dos 70 Anos
de Arquitectura Paisagista
Tema - Portugal: urbano, rural e natural
O presente regulamento define as regras de participação no Concurso de Fotografia “Portugal: urbano,
rural e...
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NAPISA Núcleo de Arquitectura Paisagista do Instituto Superior de Agronomia Lisboa, 30 de Março de 2012 Regulamento Concurso Fotografia dos 70 Anos de Arquitectura Paisagista Tema - Portugal: urbano, rural e natural O presente regulamento define as regras de participação no Concurso de Fotografia “Portugal: urbano, rural e natural”. Deste consta o Regulamento do Concurso e a Ficha de Inscrição. O concurso irá realizarse a todos os estudantes e profissionais de arquitectura paisagista em Portugal.
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Par Ana Afonso
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70 Anos Arquitetura Paisagista Março 2012
Concurso Fotográfico
Tema: “Portugal: natural,
rural e urbano’’
Ficha de Inscrição
Nome:
Estudante: Profissional:
Universidade que frequenta/frequentou:
Morada completa (rua, nº edifício, localidade, código postal, concelho):
Telefone: E-mail:
Data de Nascimento: Nº BI/CC:...
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70 Anos Arquitetura Paisagista Março 2012 Concurso Fotográfico Tema: “Portugal: natural, rural e urbano’’ Ficha de Inscrição Nome: Estudante: Profissional: Universidade que frequenta/frequentou: Morada completa (rua, nº edifício, localidade, código postal, concelho): Telefone: E-mail: Data de Nascimento: Nº BI/CC: Fotografia(s) a Concurso: Código da(s) Fotografia(s) (a preenche Dados técnicos: Exposição: Abertura: ISO: Flash: S/N Equipamento (corpo/objetiva): Eu __________________________________________________________________ (assinatura) li e aceito o regulamento do concurso e responsabilizo-me pela originalidade da fotografia subordinada à temática deste. A minha assinatura autoriza o NAPISA, de forma completa, a ficar com os meus direitos de autor, para expor e publicar a fotografia, entregue no Concurso Fotografia “Portugal: urbano, rural e natural”, nas atividades deste evento, noutros eventos do NAPISA e em todos os seus recursos informativos, tanto em forma impressa como elet
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Par Ana Afonso
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Regulamento do Concurso
“70 anos de Arquitectura Paisagista”
Instituto Superior de Agronomia
Lisboa, 2012
ENQUADRAMENTO
O concurso 70 anos de Arquitectura Paisagista é um concurso integrado nos eventos a
decorrer em Lisboa, no Instituto Superior de Agronomia, organizado pelo Núcleo de
Arquitectura Paisagista do Instituto Superior...
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Regulamento do Concurso “70 anos de Arquitectura Paisagista” Instituto Superior de Agronomia Lisboa, 2012 ENQUADRAMENTO O concurso 70 anos de Arquitectura Paisagista é um concurso integrado nos eventos a decorrer em Lisboa, no Instituto Superior de Agronomia, organizado pelo Núcleo de Arquitectura Paisagista do Instituto Superior de Agronomia (NAPISA), aberto à participação de todos os estudantes de Arquitectura Paisagista do ISA. CAPÍTULO I
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Par Ana Afonso
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Programa de Modernização
das Escolas do Ensino Secundário
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MANUAL DE PROJECTO:
ARQUITECTURA paisagisTA
Par Ana Afonso
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Publiée le 23 Jan. 2012
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Fig.
Plano deK ahunFig.
Planta deduas casasFig.
Plano deGuarniaFig.
Plano geral deM iletoFig.
5 Forum deRomaFig.
6 Plano deTimgad
Breve História do Urbanismo – Fernando Chueca Goitia
A cidade antiga
1
As primeiras civilizações da história apareceram nos vales férteis do Nilo, do Tigre,
do Eufrates e do Indo.
Destas culturas...
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Fig. Plano deK ahunFig. Planta deduas casasFig. Plano deGuarniaFig. Plano geral deM iletoFig. 5 Forum deRomaFig. 6 Plano deTimgad Breve História do Urbanismo – Fernando Chueca Goitia A cidade antiga 1 As primeiras civilizações da história apareceram nos vales férteis do Nilo, do Tigre, do Eufrates e do Indo. Destas culturas – egípcia, mesopotâmica, indostânica - existem poucos restos de cidades, visto que o que permaneceu foram os gigantescos monumentos religiosos e fúnebres ou, quanto muito, alguns palácios de monarcas divinizados. No Egiptoexistem restos de habitações construídas para alojar os trabalhadores que haviam de erguer a pirâmide de Sesóstris II (1897-1879a. C. ). É a cidade de Illahun (actual Kahun), talvez o exemplo mais antigo esignificativo no que diz respeito à organização habitacional. Tinha características bastanteregulares, segundo um traçado geométrico que reunia as pequenas habitações em blocos rectangulares, separados por ruas muito estreitas para facilit
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Par Ana Afonso
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Fig.
Cairo
Breve História do Urbanismo – Fernando Chueca Goitia
A cidade islâmica
1
Ao contrário da cultura grega, que crê que o Homem é senhor do seu destino, que tem poder de decisão,
sendo julgado depois da sua morte, o homem islâmico crê que o destino está traçado, que há uma prédeterminação da sua vida porque tem...
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Fig. Cairo Breve História do Urbanismo – Fernando Chueca Goitia A cidade islâmica 1 Ao contrário da cultura grega, que crê que o Homem é senhor do seu destino, que tem poder de decisão, sendo julgado depois da sua morte, o homem islâmico crê que o destino está traçado, que há uma prédeterminação da sua vida porque tem uma missão a cumprir. Isto implica uma maior procura no controlo da sociedade,através de uma grande complexidade religiosa, num absoluto determinismo. No quadro da história geral da civilização, pode considerar-se a cultura dos países islâmicos como resultado e uma desforra geral do Oriente não helenizado. Os seus primeiros grandes centros situavam-se nas fronteiras orientais do antigo mundo helénico: Damasco, Fustat (o Cairo), Samarra e Bagdad. Um pouco mais tarde vão situar-se na Pérsia e na Transoxania, enquanto, no extremo confim do ocidente, Marrocos eCórdova pertencem ao mesmo mundo espiritual. A velocidade de expansão do Islão obriga-o a adaptar-se à cultura
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Publiée le 29 Déc. 2011
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1
A cidade medieval, propriamente dita, só aparece no começo do século XI, desenvolvendo-se,
principalmente, nos séculos XII e XIII.
Até este momento, a organização feudal e agrária da sociedade
domina completamente.
Paralelamente, o comércio e a indústria começam a desenvolver-se, ao mesmo
tempo que se desenvolve uma...
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1 A cidade medieval, propriamente dita, só aparece no começo do século XI, desenvolvendo-se, principalmente, nos séculos XII e XIII. Até este momento, a organização feudal e agrária da sociedade domina completamente. Paralelamente, o comércio e a indústria começam a desenvolver-se, ao mesmo tempo que se desenvolve uma sociedade burguesa que é composta por mercadores viajantes e também por gente fixa permanentemente nos centros onde as trocas se desenvolvem: portos, cidades de passagem, mercados, vilas de artesãos, etc. Fixam-se aqui, nestas cidades, pessoas que exercem todos os ofícios requeridos pelo desenvolvimento dos negócios: armadores de barcos, fabricantes de aparelhos de velejar, de barris, de embalagens diversas, etc. A cidade atrai, por conseguinte, um número cada vez maior de pessoas do meio rural que encontram ali um ofício e uma ocupação que, em muitos casos, os liberta da servidão do campo. Esta sociedade burguesa que se vai desenvolvendo é o estímulo da cidade medie
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Seria lógico pensar que, durante o Renascimento, com o mundo em expansão , na ânsia
de novas realizações, quando o homem se liberta de tantos vínculos tradicionais, quando
a crítica dá asas ao pensamento e quando tantos costumes do passado são revistos, se
produzisse uma profunda transformação ans cidades.
Não obstante,...
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1 Seria lógico pensar que, durante o Renascimento, com o mundo em expansão , na ânsia de novas realizações, quando o homem se liberta de tantos vínculos tradicionais, quando a crítica dá asas ao pensamento e quando tantos costumes do passado são revistos, se produzisse uma profunda transformação ans cidades. Não obstante, nada disto, ou quase nada, acontece. “O Renascimento é, acima de tudo, um movimento intelectual. No campo do urbanismo, as suas primeiras contribuições são insignificantes se as compararmos com a arquitectura do mesmo período e com as realizações cenográficas, com os grandes panos de fundo do final do barroco”. Com efeito, as realizações e até as ideias urbanistas quinhentistas representam pouco se as compararmos com a arquitectura do mesmo período pela arquitectura durante o mesmo período. Esta, movida pelos estudos humanísticos, pela restauração da antiguidade, pela análise das ruínas clássicas e pela quase descoberta dos códigos de Vitrúvio, empreende uma reno
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Fig.
RuaRivoli, ParisFig.
Dresda.
Centro dacidadeepalácio.
Fig.
VersalhesFig.
Terreiro do Paço, LisboaFig.
PraçadeSão Pedro, Roma
Breve História do Urbanismo – Fernando Chueca Goitia
A cidade barroca
1
A transição da ordem medieval para o que viria depois a ser a ordem das monarquias
barrocas realiza-se lentamente mas de...
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Fig. RuaRivoli, ParisFig. Dresda. Centro dacidadeepalácio. Fig. VersalhesFig. Terreiro do Paço, LisboaFig. PraçadeSão Pedro, Roma Breve História do Urbanismo – Fernando Chueca Goitia A cidade barroca 1 A transição da ordem medieval para o que viria depois a ser a ordem das monarquias barrocas realiza-se lentamente mas de maneira contínua. Ao princípio, durante o Renascimento, so se vêem alguns elementos de transformação pois a vida desenrola-se no plano da ordem medieval. Só as elites preludiam antecipadamente o processo que terá lugar alguns anos mais tarde. No que se refere às cidades, a do Renascimento continua sendo a cidade medieval com pequenas modificações superficiais que são consequência, precisamente, do requinte artístico imposto por aquelas elites. Embora a cidade continue a mesma, assim como a sua estrutura, as fachadas, por assim dizer, vão-se transformando, principalmente as dos nobres e dos príncipes, que acalentam um desejo de beleza e de imitação da antiguid
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Par Ana Afonso
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