Introdução
Interromper um trajeto.
Assim poderia ser uma definição mais simplória da palavra
aborto.
Durante toda a história da raça humana até a presente data, a prática do
aborto tem acontecido numa mista de necessidade, irresponsabilidade,
desumanidade, e por que não dizer, objetivo daqueles que por motivos egoístas,...
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Introdução Interromper um trajeto. Assim poderia ser uma definição mais simplória da palavra aborto. Durante toda a história da raça humana até a presente data, a prática do aborto tem acontecido numa mista de necessidade, irresponsabilidade, desumanidade, e por que não dizer, objetivo daqueles que por motivos egoístas, tentam livrar-se de seus ‘desafetos’ de modo covarde e discreto. Homens que detém o poder do conhecimento médico, em troca de bons trocados sujos com o sangue de inocentes, tem jogado na lixeira, milhões de milhões e milhares de milhares, daquilo que eles não consideram vida, pois não se relaciona – para estes – com o mundo exterior - Como porém, poderiam comunicar-se com aqueles que só atendem e entendem uma única linguagem, o egoísmo, ganância e egocentrismo. . . Por outro lado, há aqueles que defendem o direito não do feto, mas o da mãe de interromper ou continuar aquilo que consideram como mais um processo ‘banal da natureza’. Nesta guerra se esbarram valores ét
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Crítica da Razão Prática
Emanuel Kant
Tradução e Prefácio:
Afonso Bertagnoli
Versão para eBook
eBooksBrasil.
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Fonte Digital
Digitalização da edição em papel da
Edições e Publicações Brasil Editora S.
A.
, São Paulo, 1959
©2004 — Emanuel Kant
ÍNDICE
Prefácio
Os elementos morais na “Crítica da Razão...
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Crítica da Razão Prática Emanuel Kant Tradução e Prefácio: Afonso Bertagnoli Versão para eBook eBooksBrasil. com Fonte Digital Digitalização da edição em papel da Edições e Publicações Brasil Editora S. A. , São Paulo, 1959 ©2004 — Emanuel Kant ÍNDICE Prefácio Os elementos morais na “Crítica da Razão Prática” — Afonso Bertagnoli Prólogo do Autor Introdução – Da idéia de uma crítica da razão prática PRIMEIRA PARTE DA CRÍTICA DA RAZÃO PRÁTICA (Teoria elementar da Razão Pura Prática) LIVRO PRIMEIRO – A Analítica da Razão Pura Prática Capítulo primeiro – Dos princípios da razão pura prática § 1 – Definição Escólio § 2 – Teorema I § 3 – Teorema II Corolário Escólio I Escólio II § 4 – Teorema III
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João Batista Gregório Jr.
‘CLÁSSICA MEDIEVAL MODERNA CONTEMPORÂNEA
MITOLOGIA HELENISMO RENASCENTISMO BARROCO ILUMINISMO ROMANTISMO
RACIONALISMO EMPIRISMO
KANTINISMO
FILÓSOFOS DA
ATUAIDADE
PLATÃO
ARISTÓTEL
THOMÁZ DE
AQUINO
SPNOZA
LEIBNIZ
DAVID
HUME
SÓCRATES
AGOSTNHO DE
HIPONA
DESCARTES
JONH
LOCKE
IMMANUEL
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Versão eletrônica do livro “Crítica da Razão Pura”
Autor: Emmanuel Kant
Tradução: J.
Rodrigues de Merege
Créditos da digitalização: Membros do grupo de discussão Acrópolis (Filosofia)
Homepage do grupo: http://br.
egroups.
com/group/acropolis/
A distribuição desse arquivo (e de outros baseados nele) é livre, desde...
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Versão eletrônica do livro “Crítica da Razão Pura” Autor: Emmanuel Kant Tradução: J. Rodrigues de Merege Créditos da digitalização: Membros do grupo de discussão Acrópolis (Filosofia) Homepage do grupo: http://br. egroups. com/group/acropolis/ A distribuição desse arquivo (e de outros baseados nele) é livre, desde que se dê os créditos da digitalização aos membros do grupo Acrópolis e se cite o endereço da homepage do grupo no corpo do texto do arquivo em questão, tal como está acima. Crítica da Razão Pura Imanuel Kant INTRODUÇÃO. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 3 I — DA DISTINÇÃO ENTRE O CONHECIMENTO PURO E OEMPÍRICO. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .
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João Batista Gregório Jr.
* Gogue é o Rei da terra de Magogue (Ez 38: 1~2; 39: 1)
70 semanas de Daniel
490 anos
Volta do Messias
1ª Etapa
Volta do Messias
2ª Etapa
69 semanas Tempo Indeterminado
MT 24: 27
(παρουσια)
(Parousia)
70° Semana de
Daniel
MT 24: 30~31
(επιφανεια)
(Epfanéia)
ETERNIDADE
Bodas do...
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João Batista Gregório Jr. * Gogue é o Rei da terra de Magogue (Ez 38: 1~2; 39: 1) 70 semanas de Daniel 490 anos Volta do Messias 1ª Etapa Volta do Messias 2ª Etapa 69 semanas Tempo Indeterminado MT 24: 27 (παρουσια) (Parousia) 70° Semana de Daniel MT 24: 30~31 (επιφανεια) (Epfanéia) ETERNIDADE Bodas do Cordeiro II Co 5: 10 AP 19: 7 49 anos 434 anos 7 anos Grande Tribulação Morte do Messias Is 53:8 Endurecimento de Israel A Era da Igreja Gentios Rm 11: 25 Jesus Virá nas Nuvens (παρουσια) (Parousia) MT 24:27 Selos, Trombetas e Taças 03 anos e ½ 03 anos e ½ Reconstruçãodotemplo Ne2:1~8 Dn9:25 7 semanas 62 semanas Arrebatamento (αρπαξω) (Harpo) Raptus I Ts 4: 17 ______________ Tribunal de Cristo II Co 5:10 Rm 14:10 O Atentado contra a Primeira Besta ____________ Sobrevivência Milagrosa Do Anti-Cristo Ap 13:3 Volta de Cristo com Poder e grande Glória MT 24: 30 Rei dos reis e Senhor dos Senhores Ap 19: 11~16 Eu sou o Alfa e o Omega, o princípio e o fim, o primeiro e o derradeiro. Ap 22: 13
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CHUVAS DE INVERNO CHUVAS SERÔDIAS VERÃO CHUVAS TEMPORÃS CHUVAS DE INVERNO
Acrescentado a cada três meses, para que o calendário Lunar corresponda ao ano Solar
.
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CHUVAS DE INVERNO CHUVAS SERÔDIAS VERÃO CHUVAS TEMPORÃS CHUVAS DE INVERNO Acrescentado a cada três meses, para que o calendário Lunar corresponda ao ano Solar . . . Shen Adar Shen Adar Shen Adar Shen Adar JAN FEV MAR ABR MAI JUN JUL AGO SET OUT NOV DEZ JAN TEBETE SEBATE 11 ADAR 12 NISÃ ***ABIBE -01ZIVE (LIAR) -02SIVÃ -03(TAMUZ) -04(ABE) -05ELUL -06ETANIM (TISRI) -07BUL (MARESVÃ) -08QUISLEU -09TEBETE (13~14) Purim (14 ) Páscoa (PESSACH) (06) PENTECOSTES (FestadasSemanas) (01) Trombetas (Ano Novo - Hanuchá) (25) Hanuchá (LUZES) (DEDICAÇÃO) (15) Ázimos (MATZOT) 50° DIA APÓS AS PRIMÍCIAS Primeiros Frutos (16) Primícias (HABICURIM) 7 Dias 50 dias (10) Yom Kipur (Dia da Expiação) 7 semanas (49 DIAS) (15) Tabernáculos -10SEBATE ADAR NISÃ (ABIBE) ZIVE SIVÃ TAM UZ ABE ELUL ETANIM (TISRI) BUL (MARESVÃ) QUISLEU TEBETE Plantio Tardio Linho Cevada Trigo Podas das Vinhas Frutos do Verão Colheita da Azeitona Plantio de Cereais Roupas Matéria prima para produção de alimentos (Pão) Dezembro à Março Ma
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LEI COMPLEMENTAR Nº 137, DE 31 DE DEZEMBRO DE 2008.
Institui, no âmbito da Polícia Civil do
Estado de Pernambuco, vinculada à Secretaria de Defesa Social, o Plano de Cargos, Carreiras
e Vencimentos – PCCV, para os servidores integrantes do seu Quadro Próprio de Pessoal, e
dá outras providências.
O GOVERNADOR DO ESTADO DE...
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LEI COMPLEMENTAR Nº 137, DE 31 DE DEZEMBRO DE 2008. Institui, no âmbito da Polícia Civil do Estado de Pernambuco, vinculada à Secretaria de Defesa Social, o Plano de Cargos, Carreiras e Vencimentos – PCCV, para os servidores integrantes do seu Quadro Próprio de Pessoal, e dá outras providências. O GOVERNADOR DO ESTADO DE PERNAMBUCO: Faço saber que a Assembléia Legislativa decretou e eu sanciono a seguinte Lei Complementar: CAPÍTULO I DAS DISPOSIÇÕES PRELIMINARES Art. 1º Fica instituído, no âmbito da Polícia Civil do Estado de Pernambuco - PCPE, vinculada à Secretaria de Defesa Social - SDS, nos termos da presente Lei Complementar, o Plano de Cargos, Carreiras e Vencimentos – PCCV dos servidores públicos ocupantes de cargos de natureza policial civil do Estado, observados os princípios e diretrizes gerais da administração pública, definidos nos artigos 37 a 41, da Constituição Federal e 97 a 99, da Constituição Estadual, na Lei nº 6. 123, de 20 de julho de 1968, e alterações, e nos p
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Adventismo do Sétimo Dia – O Sábado na Nova Aliança
ANÁLISES, COMENTÁRIOS E
ARTIGOS SOBRE A QUESTÃO
DO SÁBADO – PROTESTO
CRISTÃO
Deus estabeleceu o sábado para Israel
segui-lo, e todos quanto vivessem no
seu meio, transgredir essa norma,
era transgredir uma ordem direta
que Deus estabeleceu para a
santificação e descanso...
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Adventismo do Sétimo Dia – O Sábado na Nova Aliança ANÁLISES, COMENTÁRIOS E ARTIGOS SOBRE A QUESTÃO DO SÁBADO – PROTESTO CRISTÃO Deus estabeleceu o sábado para Israel segui-lo, e todos quanto vivessem no seu meio, transgredir essa norma, era transgredir uma ordem direta que Deus estabeleceu para a santificação e descanso do Povo. Hoje, Jesus é o nosso sábado, quem segue a Cristo, já cumpriu o sábado, pois está santificado porque Jesus é o Senhor do Sábado (Mateus 12:8 Marcos 2:28 Lucas 6:5), e hoje a distinção entre dias não salva nem condena ninguém (Rm 14: 5~10). Cristo cumpriu o sábado, trabalhou no sábado e nem por isso teve que ser morto (Mateus 12:1~12), pois o sábado é feito para o homem, e não o homem para o sábado (Marcos 2:27 ). Ler mais em Protesto Cristão Análise Sobre o Sacerdócio, Lei e Graça - Parte I O que o Novo Testamento fala sobre Ordem Sacerdotal, Lei e Graça? nosso objetivo é, expositivamente, ler os textos do N. T. que se referem e fundamentam os termos acima
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ESTADO DE PERNAMBUCO
ANTEPROJETO DE LEI COMPLEMENTAR nº , de de de 2010
Dispõe sobre o regime de subsídio dos Militares do
Estado de Pernambuco e de seus pensionistas.
O GOVERNADOR DO ESTADO DE PERNAMBUCO:
Faço saber que a Assembléia Legislativa decretou e eu sanciono a seguinte Lei:
Art.
1o
Os Militares do Estado de Pernambuco...
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ESTADO DE PERNAMBUCO ANTEPROJETO DE LEI COMPLEMENTAR nº , de de de 2010 Dispõe sobre o regime de subsídio dos Militares do Estado de Pernambuco e de seus pensionistas. O GOVERNADOR DO ESTADO DE PERNAMBUCO: Faço saber que a Assembléia Legislativa decretou e eu sanciono a seguinte Lei: Art. 1o Os Militares do Estado de Pernambuco serão remunerados pelo regime de subsídio fixado em parcela única, nos termos desta Lei Complementar. § 1o O montante do subsídio de que trata esta Lei absorverá todas as verbas remuneratórias ora percebidas pelos militares em atividade, inativos e pensionistas, especialmente as relativas aos seguintes estipêndios ou vantagens: I – soldo do respectivo cargo, posto ou graduação; II - pensão; III – provento de inatividade; IV – gratificação adicional por tempo de serviço;
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Novo Testamento III
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