Os Tempos Mudam
Wilson Castro Ferreira
Copiado, em 06/05/2010, da webpage http://jmc.
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"Quem dos males alheios tanto gosta
terá o seu bem cedo pelas costas.
"
Nas garras adestradas de um bichano
Viu-se pobre ratinho, por má sorte.
Nada valeu ter pernas, pois o bote
Foi de mestre, sem erro ou leve...
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Os Tempos Mudam Wilson Castro Ferreira Copiado, em 06/05/2010, da webpage http://jmc. org. br/wilson. htm "Quem dos males alheios tanto gosta terá o seu bem cedo pelas costas. " Nas garras adestradas de um bichano Viu-se pobre ratinho, por má sorte. Nada valeu ter pernas, pois o bote Foi de mestre, sem erro ou leve engano. Se dentada ferina, bem cortante O prostrasse de vez ali, sem vida, Não lhe teria a doer tanta ferida, Nem seria por fim tão humilhante. Mas o felino matreiro e bem pirata E por costume célebre sadista, Finge deixá-lo só, perder de vista, Para de um salto outra vez tê-lo entre as patas. Sem tentativas de qualquer fugida Fecha os olhos e aguarda já a sua hora. Pois se é fatal que venha, sem demora, Tirar-lhe o sofrimento desta vida. Momentos passam, como de um sonho Acorda e vê da grande porta, ao alto A tremer de pavor o mesmo gato, Seu algoz de inda há pouco medonho. Percebe num relance o que se passa: É que bem junto, ali
Moins
Par servomarcos1950
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Publiée le 7 Mai 2010
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LUZES DO NATAL
Wilson de Castro Ferreira
Natal, linda festa,
É festa de luz
Daquele que é a luz
Do mundo, Jesus.
Luz terna, bendita,
Que as trevas desfaz
Da alma ensombrada
Trazendo-lhe paz.
São luzes do amor
Que emana a flux
Que o ódio dissipa
O amor de Jesus
São luzes que fazem
De novo cantar,
Ao triste...
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LUZES DO NATAL Wilson de Castro Ferreira Natal, linda festa, É festa de luz Daquele que é a luz Do mundo, Jesus. Luz terna, bendita, Que as trevas desfaz Da alma ensombrada Trazendo-lhe paz. São luzes do amor Que emana a flux Que o ódio dissipa O amor de Jesus São luzes que fazem De novo cantar, Ao triste cansado Alívio vem dar São luzes que brilham Na estrada real. São luzes que apontam O lar divinal.
Moins
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NATAL
Wilson de Castro Ferreira
Natal é a certeza
Que em nós se renova,
Do amor que se prova
Constante, veraz.
Que aos tristes consola
Que aos fracos visita
Que a alma contrita
Dá perdão e paz.
Vença a bondade
Dissipe o mal
Cesse a tristeza
Viva o Natal
Natal é a vida
Que acorda, fremente,
Na alma da gente,...
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NATAL Wilson de Castro Ferreira Natal é a certeza Que em nós se renova, Do amor que se prova Constante, veraz. Que aos tristes consola Que aos fracos visita Que a alma contrita Dá perdão e paz. Vença a bondade Dissipe o mal Cesse a tristeza Viva o Natal Natal é a vida Que acorda, fremente, Na alma da gente, Fazendo-a sorrir. Matando a tristeza, Vencendo o receio, Plantando o anseio De amar e servir. Natal é o desejo De vida abundante, De amor mais constante, De paz mais real, De fé mais singela, Serena, sem jaça, Na divina graça Perene, eternal.
Moins
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PEDRINHO E AS MAÇÃS
Conto evangelístico infantil, do Rev.
Wilson de Castro Ferreira
Reprodução por memorização do conto realizado em sala de aula (1974), ministrando homilética.
Acrescentei, por minha conta, detalhes que não foram possíveis memorizar.
Marcos Antônio Ferreira
Já corria o meio da tarde quando...
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PEDRINHO E AS MAÇÃS Conto evangelístico infantil, do Rev. Wilson de Castro Ferreira Reprodução por memorização do conto realizado em sala de aula (1974), ministrando homilética. Acrescentei, por minha conta, detalhes que não foram possíveis memorizar. Marcos Antônio Ferreira Já corria o meio da tarde quando Pedrinho alternava suas recreações domésticas entre seus brinquedos e os dois animais de estimação de sua casa: um pequeno cachorro vira-latas, o “Doguinho”, e um gato siamês, que recebeu o nome de Chameco. Ele estava sozinho em casa. O pai passava toda a semana fora, por força do emprego com o qual sustentava a família. A mãe havia saído por ali mesmo por perto de casa, para comprar algo para comer no lanche daquela tarde, uma tarde especial, porque esperava a visita de três amigas também cristãs, como ela. Pedrinho estava ansioso pela volta da mãe e pela guloseima que ela traria. Aliás, ele sempre gostava das oportunidades em que sua família recebia
Moins
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